Após quase 10 mil mortos pelo tremor e tsunami que devastaram o país e causaram ainda um desastre nuclear na usina de Fukushima Nº1, o Japão demonstrou nesta quarta-feira uma capacidade notável de recuperação ao reparar em apenas seis dias uma cratera numa rodovia na cidade de Naka, na região de Ibaraki.
ÁGUA DE TÓQUIO
A radioatividade na água de Tóquio registrou queda nesta quinta-feira, voltando a níveis seguros para consumo, inclusive por bebês. A radiação, contudo, foi detectada na água de outras regiões, como Chiba e Ibaraki.
As autoridades de Tóquio indicaram que, no início da manhã desta quinta-feira (noite de quarta em Brasília), a concentração de iodo radioativo na central de Kanamachi, que abastece as regiões central e oeste da capital, era de 79 becquerel por quilo, frente aos 210 becquerel por quilo registrados na véspera.
O limite considerado seguro para bebês é de 100 becquerel por quilo, enquanto para adultos sobe para 300 becquerel por quilo.

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